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Projetos elaborados

 

Beneficiação Geral e Espaços Exteriores da EB1, nº 175 - Santa Maria dos Olivais

Appleton e Domingos, Lda.

UT IV - 2ª Categoria de risco

 [2015]

 

Edifício na Praça D. Luís I nº 6 a 12

Arq.ª Cristina de Sousa

UT I - 2ª Categoria de risco

 [2015]

 

Núcleo de Arte Contemporânea - Charters de Almeida, Abrantes

Vitor Mestre e Sofia Aleixo, Arquitetos

UT X - 2ª Categoria de risco

[2015]

 

P50.Bridge Experience - 50 Anos da Ponte 25 de Abril, Lisboa

Arq. António Borges – EP Estradas de Portugal

UT X - 4ª Categoria de risco - perigosidade atípica

[2015]

 

Edifício de Habitação, Comercio, R São Mamede, Lisboa

Falcão de Campos Arquiteto, Lda.

UT I- 2ª Categoria de risco

UT II - 1ª Categoria de risco

[2015]

 

Estacionamento do Campo das Cebolas

JLCG Arquitetos

UT II - 2ª Categoria de risco

[2015]

 

Edifício Cofina, Porto

AAS Arquitetos

UT II - 2ª Categoria de risco

UT III - 2ª Categoria de risco

[2015]

 

Reabilitação de 3 Prédios Largo Andaluz, Lisboa

Appleton e Domingos, Lda.

UT I - 2ª Categoria de risco

[2015]

 

Centro Comunitário Alto da Loba

UT IV - 2ª Categoria de risco

Câmara Municipal de Oeiras

[2015]

 

Edifício de Habitação, Comercio e Escritórios, Largo do Carmo, Lisboa

Ribeiro de Carvalho, Arquitetos

UT I- 2ª Categoria de risco

UT III - 1ª Categoria de risco

UT VIII - 1ª Categoria de risco

[2015]

 

Casa Mãe, Lagos

Catarina Almada Negreiros & Rita Almada Negreiros

UT VII - 2ª Categoria de risco

[2015]

 

Hotel Portas de Santo Antão, Lisboa

Arq. Jorge Feio

UT VII - 3ª Categoria de risco

[2015]

 

Mc Donalds – Caleidoscópio, Lisboa

Serralvarez, Arquitetos, Lda.

UT VII - 2ª Categoria de risco

[2014]

 

Polo Industrial de Lucala – Cuanza Norte, Angola

TPF Planege

UT IX - 2ª Categoria de risco

UT IX - 3ª Categoria de risco

[2014]

 

Hotel Amraoua, Argélia

TPF Planege

UT VII - 3ª Categoria de risco (projeto elaborado segundo a legislação francesa)

[2014]

 

Convento de Setúbal

JLCG Arquitetos

UT XI - 2ª Categoria de risco

[2014]

 

Maison de Portugal, Paris, França

TNP Arquitetos

UT VI - 2ª Categoria de risco (projeto elaborado segundo a legislação francesa)

[2014]

 

Escola de Formação Técnica de Saúde do Dundo, Angola

TPF Planege

Vários edifícios

UT III - 2ª Categoria de risco

UT IV - 3ª Categoria de risco

UT VI - 2ª Categoria de risco

UT VII - 2ª Categoria de risco

[2014]

 

Solar música, Loulé

VMSA

UT IV - 2ª Categoria de risco

[2014]

 

Palácio Saboia, Estoril

JLCG Arquitetos

UT III - 2ª Categoria de risco

[2014]

 

Edifício na Rua do Salitre 183

Doispontosarquitetos

UT I - 2ª Categoria de risco

UT III - 1ª Categoria de risco

[2014]

 

Terminal 7, Setúbal

Sami Arquitetos

UT VII - 2ª Categoria de risco

UT IX - 1ª Categoria de risco

UT X - 2ª Categoria de risco

[2014]

 

Centro de Transferência Tecnológica do Caxito, Angola

TPF Planege

UT III – 1ª e 2ª Categoria de risco (vários edifícios)

[2014]

 

Hotel Memmo Príncipe Real, Lisboa

STC Arquitetura, Lda.

UT VII - 2ª Categoria de risco

UT II - 1ª Categoria de risco

[2014]

 

Escola da Baixa, Lisboa

CML -  Arq. Lúcia Barbosa

UT IV - 3ª Categoria de risco – Perigosidade atípica

[2014]

 

Instituto de Comunicação Social de Luanda, Angola

TPF Planege

UT IV - 3ª Categoria de risco

[2013]

 

Palacete de Sta. Catarina, Lisboa

Teresa Nunes da Ponte, Arquitectura

UT VII - 3ª Categoria de risco

[2013]

 

Centro de Diagnósticos do Dundo, Angola

TPF Planege

UT V - 2ª Categoria de risco

[2013]

 

Hotel Universal, Figueira da Foz

K Arq, Lda.

UT VII - 3ª Categoria de risco

[2013]

 

Reabilitação de Prédio na Rua João da Praça, Lisboa

Appleton e Domingos, lda.

UT I - 2ª Categoria de risco

[2013]

 

Reabilitação de Prédio na Rua Vitor Cordon, Lisboa

UT I - 2ª Categoria de risco

[2013]

 

Creches Modulares, Lisboa

Appleton e Domingos, lda.

UT IV - 2ª Categoria de risco

[2013]

 

Futura Sede da Casa da América Latina e da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa

Appleton e Domingos, lda.

UT III - 1ª Categoria de risco

UT VI - 2ª Categoria de risco

UT VII -2ª Categoria de risco

[2013]

 

Teatro Camões

OPART

UT VI – 3ª Categoria de risco,

[2013]

 

Fundação Calouste Gulbenkian – Grande Auditório

Teresa Nunes da Ponte.  Arquitectura

UT VI - 3ª Categoria de risco

[2012]

 

Fundação Calouste Gulbenkian – Dialogue Café

Teresa Nunes da Ponte.  Arquitectura

UT VII - 1ª Categoria de risco

[2012]

 

Pavilhão Industrial, Vimioso

SLA Arquitectos

UT XII - 1ª Categoria de risco

[2012]

 

Moradias Boavista, Setúbal

SLA Arquitectos

UT I - 1ª Categoria de risco

[2012]

 

Biblioteca da Santa Casa da Misericórdia, Lisboa

Atelier da Cidade II

[Arq. Miguel Cunha Pimentel e Arq. João Paulo Conceição]

UT III – 2ª Categoria de risco

UT XI – 3ª Categoria de risco

[2012]

 

Teatro Trindade

Fundação Inatel

UT VI – 2ª Categoria de risco

[2012]

 

Edifício de habitação – Travessa da Boa Hora 25-25 A, Lisboa

JLCG Arquitectos

UT I - 2ª Categoria de risco

[2012]

 

Edifício de escritório - Rua Nova do Almada

CML – Unidade de Coordenação Territorial – Unidade de Projeto da Baixa-Chiado

[Arq. Rafael Calado]

UT III - 2ª Categoria de risco

UT VII - 1ª Categoria de risco

[2012]

 

Data Center da Portugal Telecom na Covilhã

JLCG Arquitectos

UT II - 1ª Categoria de risco

UT III - 2ª Categoria de risco

UT XI - 2ª Categoria de risco

UT XII - 2ª Categoria de risco

[2012]

 

Hostel no 265 da Rua do Ouro

Arq. Silva Dias

UT VII – 3ª Categoria de risco,

[2012]

 

Departamento Comercial da Delta Cafés, Lisboa

Arquitectura Ilimitadas

Nabeirimóvel, Gestão de Invertimentos Imobiliário lda.

UT II – 1ª Categoria de risco

UT III – 1ª, 2ª Categoria de risco

UT XII – 1ª, 2ª Categoria de risco

[2012]

 

Centro Académico da Universidade de Lisboa - Caleidoscópio

PLCO Arquitectos -Arq. Pedro Oliveira

Várias UT’s – 2ª Categoria de risco

[2012]

 

Edifício de habitação, Rua Rodrigo da Fonseca Nº 45, Lisboa

Appleton e Domingos, lda.

UT I - 2ª Categoria de risco

UT II - 1ª Categoria de risco

[2011]

 

Ampliação do Hospital Residencial do Mar, Sacavém

HCI Construções

UT V – 4ª Categoria de risco

[2011]

 

Centro Cultural de Vila Nova de St André

Câmara Municipal de Santiago do Cacém

UT VI – 2ª Categoria de risco

[2011]

 

Atelier P-06

JLCG Arquitectos

UT III – 1ª Categoria de risco,

[2011]

 

Edifício de Habitação – Av. da Liberdade 158

Arq. Joana Botelho

UT I e UT VIII – 2ª Categoria de risco,

[2011]

 

Palácio Santiago

JLCG Arquitectos

UT I e UT II – 1ª Categoria de risco,

[2011]

 

Fundação Medeiros e Almeida, Lisboa

Rockbuilding - Solid Project Management

UT III – 2ª Categoria de risco,

UT X – 2ª Categoria de risco 

[2010]

 

Edifício de Habitação, Rua de Sta. Catarina, Lisboa

JLCG Arquitectos

UT I – 2ª Categoria de risco

UTI I – 2ª categoria de risco

[2010]

 

Edifício de Habitação, Comércio e Serviços, Av. da Liberdade, Lisboa

JLCG Arquitectos

UT VIII – 1ª Categoria de risco

[2010]

 

Escola Secundária de Campo Maior

Arqwork

UTI V – 3ª Categoria de risco

[2010]

 

Escola Básica Particular Nautas, Paço d’Arcos

Camarim Arquitectos

UT IV – 2ª categoria de risco

[2010]

 

Escola Secundária Maria Lamas

BFJ Arquitectos

UTI V – 3ª Categoria de risco

[2010]

 

Lar Mira Sintra

Associação Novo Futuro

UT V – 2ª Categoria de risco

[2010]

 

Cinema São Jorge, Lisboa

EGEAC

UT VI – 3ª Categoria de risco

[2010]

 

Escola Secundária Henriques Nogueira, Torres Vedras

Sousa Santos Arquitectos

UTI V – 3ª Categoria de risco

[2010]

 

Edifício Lispolis, Lisboa

JLCG Arquitectos

UT II – 2ª Categoria de risco

UT III – 2ª Categoria de risco

UT VIII – 2ª Categoria de risco

[2010]

 

Teatro Viriato

Câmara Municipal de Viseu

UT VI – 2ª Categoria de Risco

[2010]

 

Escola Básica 2+3 André de Resende em Évora

Arqwork

UT IV – 3ª  Categoria de risco

[2010]

 

Hostel na Rua do Ouro, Lisboa

Destino Principal Unipessoal Lda

UT VIII – 3ª Categoria de risco

[2010]

 

ISCAL

JLCG Arquitectos

UTI V – 4ª Categoria de risco

UTI I – 2ª Categoria de risco

[2009]

 

Clínica Pulmoestoril

Pulmoestoril Lda

UT V -1ª Categoria de risco

[2009]

 

Unidade Industrial em São Marcos

BFJ Arquitectos

UT XII – 2ª Categoria de risco

[2009]

 

Lar da Novo Futuro em Manique

HCI Construções

UT V – 2ª Categoria de risco

[2009]

 

Externato Na Sra. do Rosário

Instituto Filhas de Maria Auxiliadora

UTI V – 3ª  Categoria de risco

[2009]

 

Escola Secundária Domingos Sequeira em Leiria

BFJ Arquitectos

UT IV – 3ª Categoria de risco

[2008]

 

São Luiz Teatro Municipal

 EGEAC

[2008]

 

Gestair Flying Academy

BFJ Arquitectos

UT IV – 2ª Categoria de risco

 [2008]

 

Externato Eduarda Maria

EEM Actividades Escolares Lda

UT IV – 2ª Categoria de risco

[2008]

 

Ocean Wings

Ocean Wings Lda

UT III – 1ª Categoria de risco

UT VII – 1ª Categoria de risco

[2008]

 

Hospital Privado em Torres Vedras

Inoxidar

UT V – 3ª Categoria de risco

[2008]

 

Hangar da Escola de Aviação Aerocondor

BFJ Arquitectos

UT XII – 2ª Categoria de risco

[2007]

 

Queijaria em Arruda dos Pisões

Arqtª Rita Ribeiro

Redilcapra, Lda.

UT XII – 2ª Categoria de risco

[2007]

 

Auditório de Famalicão

Câmara Municipal da Guarda

UT VI – 2ª Categoria de risco

[2007]

 

Cineteatro Marques Duque

Câmara Municipal de Mértola

UT VI – 2ª Categoria de risco

[2005]

 

Cineteatro das Minas de São Domingos

Câmara Municipal de Mértola

UT VI – 2ª Categoria de risco

[2004]

Os incêndios em edifícios causam todos os anos grande número de vítimas mortais e perdas materiais incalculáveis. O objetivo da Segurança contra Incêndio é primariamente a salvaguarda da vida humana, e secundariamente a minimização de perdas materiais.

 

Nesse sentido, a Segurança contra Incêndio é o conjunto de medidas e sistemas que nos permitam reduzir ao mínimo o número de incêndios ocorridos, e simultaneamente minimizar a severidade das consequências. Assim, a Segurança contra Incêndio designa uma especialidade de projeto, mas também a postura que as pessoas e instituições devem adotar.

 

Os projetos podem ser desenvolvidos em diferentes níveis de acordo com as necessidades do cliente: desde uma simples consultoria (ao dono de obra ou às equipas projetistas), a um acompanhamento mais aprofundado, que pode englobar o acompanhamento contínuo da obra e respetiva fiscalização. Para as entidades públicas preparamos os Cadernos de Encargos, Mapas de Medições e Estimativas de Custos necessários ao lançamento de Concursos Públicos e prestamos assessoria na seriação e escolha dos adjudicatários.

 

gallery/escola beja
gallery/data center

A Escola Secundária D. Manuel II em Beja, cuja recuperação é da autoria do Arq. Francisco Pólvora (BFJ Arquitectos), foi o primeiro edifício em que fizemos projeto de SCIE baseado no desempenho. Esta escola fez parte do programa piloto da Parque Escolar, sendo licenciada em 2008, ao abrigo do DL 414/98. Com recurso a simulações de incêndios demonstrou-se que era possível manter as janelas existentes entre as salas de aulas e o corredor, sendo a protecção da via feita apenas através do controlo de fumo, sem compartimentação da via. 

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O Data Center da PT na Covilhã, concebido pelo Arq. Carrilho da Graça (JLCG Arquitectos) foi inaugurado em setembro de 2013. Este Data Center está certificado internacionalmente como Tier III, para o qual é necessário um elevado nível de desempenho e segurança. Por esse motivo o projeto de SCIE, feito pela ETU, considerou um nível de proteção elevado. Além dos sistemas mais convencionais, foi implementado um sistema de deteção por aspiração e sistemas de extinção por gás. Devido à dimensão e complexidade do edifício o projeto foi enquadrado na Perigosidade Atípica.

gallery/creche modular

As Creches Modulares, da autoria do ateliê Appleton & Domingos, representaram um desafio à SCIE. Trata-se de um conjunto de onze creches que deviam usar sistemas modulares que permitissem prefabricação. A modulação obrigou a que a generalidade dos vãos tivesse uma largura ligeiramente inferior a uma UP. Para garantir a segurança foi feita uma análise pelo desempenho, recorrendo a simulação de incêndios e cálculo do tempo de evacuação. O cenário de incêndio foi determinado através de método de análise de risco (Árvore de Falhas).

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gallery/hnogueira

O projeto de recuperação e ampliação da Escola Secundária Henriques Nogueira, em Torres Vedras, da autoria do Arq. Jorge Sousa Santos, foi bastante complexo do ponto de vista da SCIE num dos blocos existentes. As vias horizontais deveriam ter controlo de fumo mas o pé direito diminuto e a altura das vigas tornavam inviável um sistema ativo com insuflação e extração. Optou-se pela pressurização, mais simples de instalar, conjugada com o sistema de climatização passiva das salas, que em caso de incêndio abria as janelas da sala onde se deu a eclosão.

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O projeto de reabilitação e modernização do Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, da Arq.ª Teresa Nunes da Ponte (TNP arquitetos), interveio num edifício classificado como Património Nacional. Pretendeu-se que os meios de SCIE fossem o mais discretos possível mas garantindo o nível de segurança adequado, pelo que se fez uma abordagem pelo desempenho. Para otimizar a evacuação, que era deficitária, foi colocada sinalética dinâmica, que em função do cenário de incêndio dirige as pessoas para a via de evacuação 

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A Escola Secundária Domingos Sequeira em Leiria, do Arq. Francisco Pólvora (BFJ Arquitectos), recuperou e ampliou edifícios existentes. Uma das situações de SCIE complexas foi garantir a resistência ao fogo da estrutura do novo átrio. Ao abrigo do artigo 15º do RT-SCIE, optou-se pela demonstração da capacidade resistente da estrutura ao invés de aplicar escalões tabelados por UT e categoria de risco. Para isso foi determinante conseguir baixar a temperatura da camada de fumo através de um controlo de fumo com grande tiragem. 

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gallery/conv setubal

O Convento de Jesus, em Setúbal, é um dos primeiros exemplos do estilo manuelino. O projeto de recuperação do convento e sua conversão em museu é da autoria do Arq. Carilho da Graça (JLCG Arquitetos). O edifício tinha apenas uma escada, que era insuficiente face às distâncias a percorrer e ao efetivo previsto. Foi criada uma via de evacuação vertical adicional numa zona do edifício em que era possível fazer uma saída direta ao exterior. Tendo em conta tetos e paredes trabalhados, fora adotados sistemas de deteção por feixe óticos e por aspiração. https://lnkd.in/d_akAT6.

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A fábrica da Arquiled em Mora desenvolve-se em dois pisos. As exigências passivas do RT-SCIE são incompatíveis com os métodos construtivos usuais na indústria. Os perfis metálicos usados têm massividade muito elevada, não havendo valores tabelados para argamassas ou tintas intumescentes. Os painéis sanduiche das fachadas não dão resposta aos requisitos de compartimentação entre piso ou de reação ao fogo. Apesar de ser uma 1ª categoria, optou-se por instalar sprinklers para obviar estas questões, garantindo também a continuidade de fabricação, que é importante para clientes internacionais.

gallery/trindade

A remodelação do Teatro da Trindade, do Arq. Francisco Pólvora (BFJ), obrigou a soluções de SCIE inventivas. Para não abrir roços nas zonas nobres utilizou-se deteção wireless. A proteção da estrutura de madeira foi feita através de sprinklers. Não sendo viável a escavação devido à Muralha Fernandina a reserva de água foi conseguida com depósitos modulares de PVC interligados. Como não foi possível ter o volume de água para o dilúvio do palco instalaram-se sprinkles duplicados por um dilúvio alimentado pelos bombeiros por uma boca siamesa. 

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gallery/campo maior

O projeto da Escola Secundária de Campo Maior, do Arq. Fernando Ribeiro (Arqwork), procedeu à recuperação e ampliação do edifício existente. O número e largura das escadas era insuficiente para o efectivo, situação tanto mais grave uma vez que a planta em “U” fazia com que as escadas de um dos lados ficassem muito distantes do outro para poderem ser uma alternativa eficaz. Foram criadas duas escadas novas e os extremos do “U” foram ligados por uma galeria, melhorando a distribuição do efectivo pelas várias escadas e diminuindo assim o tempo de evacuação.

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gallery/dom sequeira
gallery/arquiled

O Hospital Soerdad, em Torres Vedras, da autoria da Inoxidar (Arq. Paulo Pedroso), foi feito ainda ao abrigo do DL 409/98. Uma vez que estava na eminência a alteração da regulamentação de SCIE, foram incorporados no projeto conceitos e medidas do que viria a ser o RT-SCIE, para que fosse o mais moderno possível. Curiosamente a “nova” regulamentação viria a ser publicada apenas um mês após a entrega do licenciamento, tendo o dono de obra ficado com a obra conforme a legislação atual. Este hospital classifica-se UT V de 4ª categoria de risco

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gallery/caleuccla

Inaugurou em setembro (2016) a Casa das Galeotas: a nova sede da CAL (Casa da América Latina) e da UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa). Trata-se de um edifício do séc. XVIII que foi recuperado e ampliado com projeto do ateliê Appleton e Domingos. O programa compreende além de espaços administrativos, um restaurante, uma sala de exposições, um auditório e um espaço para eventos ao ar livre. Pretendeu-se que a intervenção de SCIE fosse o mais discreta possível sem pôr em causa a segurança desejável, sobretudo tendo em conta que a mudança de uso implicou um grande aumento de efetivo

gallery/memmopreal

Lisboa está a mudar. É um orgulho fazer parte dessa mudança! A ETU foi responsável pelo projeto de SCIE do Hotel Memmo Príncipe Real, da autoria do Arq. Samuel Torres de Carvalho. Apesar de ser um edifício novo, houve condicionalismos decorrentes da implantação na malha urbana que tornaram necessário criar medidas compensatórias. A vivência do espaço pretendida pela Arquitetura também levantou desafios do ponto de vista da segurança, obrigando a soluções pouco convencionais. A instalação de sprinklers (que no caso não era obrigatório) permitiu assegurar o nível de segurança desejável.

gallery/caleidoscopio

A reabilitação obriga a um olhar atento ao edifício, de forma a explorar as potencialidades das pré-existências. O Centro Académico Caleidoscópio, instalado num edifício icónico dos anos 70, tinha do ponto de vista da SCIE dois grandes problemas: constituía um único compartimento de fogo com três pisos e ultrapassava muito as distâncias máximas a percorrer. Retirando algumas paredes interiores e criando saídas para o exterior nas vias verticais, conseguiu-se cumprir as exigências de evacuação sem comprometer o caráter aberto do edifício, mantendo os pisos não compartimentados entre si.